Othoniel Menezes - Obra reunida


Laélio Ferreira de Melo (1939) é graduado em Administração, foi Chefe dos serviços administrativos do Posto Florestal de Assu, do Ministério da Agricultura, hoje IBAMA (1957) e Secretário dos Acordos Florestais no RN (1959). Auditor Federal concursado do Tribunal de Contas da União.

Delegado do TCU nos estados de Santa Catarina, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Aposentou-se na Corte de Contas como Secretário de Controle Externo. Jornalista (repórter e correspondente) na Tribuna da Imprensa,Associated Press e Última Hora, no Rio de Janeiro e em Brasília. Colaborador da imprensa potiguar e de muitos blogues, poeta, cronista e pesquisador de História, com matérias publicadas na revista Ciência Sempre e nos livros Bom Dia Café e Bom Dia Sertões. Participou, como poeta fescenino, da primeira edição (1979) do Glosa Glosarum, antologia recolhida por Celso da Silveira. Organizador dos livros 1935,Setenta anos depois e desta Obra Reunida do seu pai, Othoniel Menezes. No prelo, coletânea de glosas fesceninas autoral (Glosando o Mundo). Várias participações em seminários, mesasredondas, fóruns de debates sobre literatura potiguar, e sobre a poesia de Othoniel Menezes.

A reunião de toda a obra publicada e dispersa de Othoniel Menezes, “príncipe dos poetas potiguares”, além de ser, desde já, um marco para a literatura do Rio Grande do Norte, é também um reencontro de um pai com seu filho: sem o esforço incondicional de Laélio Ferreira de Melo este livro não seria editado e as novas e futuras gerações seguiriam impossibilitadas de conhecer a indispensável produção poética e ensaística de Menezes, autor dos mais clássicos versos da nossa literatura, a Serenata do pescador, mais conhecido como “Praieira dos meus amores”. Estão aqui incluídos, ainda, o fascinante e único Sertão de espinho e flor e o lúcido ensaio sobre o poeta Ferreira Itajubá, que, por si sós, justificam o principado de Othoniel Menezes. A presente edição é enriquecida também pelos textos de Murilo Melo Filho, Tarcísio Gurgel e Cláudio Galvão e pelas notas de Laélio Ferreira de Melo, súditos de “um poeta dos maiores do Brasil”, na definição do amigo e admirador Câmara Cascudo.

Capa do Livro

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